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About Literature / Student Kirllyan KlennyoMale/Brazil Recent Activity
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Literature
Aviso...
Bem.... O queijo tá acabando e... Preciso melhorar.
Preciso aumentar o nível de storytelling e conteúdo. Vou organizar melhor minhas ideias, repensar outras e ler um pouco mais umas.
Vou fazer torrada. Isso é tudo e tchau. Amém.
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Literature
A estranha vida de Kabocha - (4) BFFFs
Hora do recreio. Comida, comida, amizades, comida, companhia, bully e comida. Fazer o quê? Acontece. Maou comia doces e doces sem parar. Kabocha ficou só babando, mas estava de dieta. Ai foi só aparecer uma tapioca com queijo... Não teve como resistir, foi amizade a primeira vista. Das mais bonitas. Uma mordida e felicidade por duas horas.
O "resto" do pessoal só ficará olhando enquanto elas se empanturravam. Enquanto ela se empanturrava.
As duas nem ligavam. Kabocha só queria saber de sua tapioquinha e Maou de ser mimada por Kabocha. Sim, mimada. Kabocha era louca por coisas fofas e a Maou era ótima em fazer caras fofas. Foi inevitável. E assim se seguiu o recreio inteiro. A cada tapioca terminada vinhasse uma lagrima e já se pedia a próxima tapioca (era o dia da tapioca na cantina, realmente um belo dia). Maou se enrolava e desenrolava sobre Kabocha mais do que gato em cama dos outros. E a cada miau duas cosquinhas (aonde quer qu
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Literature
A estranha vida de Kabocha - (3) Fim do inicio
Essa é a velha cidade de Londresburgo. Local esse que tem ao seu redor pântano, praia e deserto (e mais varias outras que ninguém sabe muito bem como chamar e muito menos o que é). Cidade essa que é uma das que mais envia mercadoria para o Japão em todo o Brazil. Um verdadeiro orgulho para o estado de Pau dos Ferros (pelo menos acho que é estado).
Houve uma época em que era todo dia, a toda hora, chegando navios japoneses. Mas nessa cidade sangue japonês mal havia. A marca de eles deixavam (além do dinheiro) era na vida e cultura daquelas pessoas. Mangás, animes, tokusatsus, tirar os sapatos ao entrar em casa e o idioma japones. Todos faziam parte da vida de Londresburgo.
A parte em que mais se via isso era nos nomes. Kabocha por exemplo quer dizer "Abóbora" e o nome daquela amiga dela a tal de Maou: "Rei demônio". Nomes justos.
E lá estavam as duas. Ambas pelo chão de uma sala enegrecida. A luz de Kabocha apaga
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Literature
A estranha vida de Kabocha - (2) Ainda iniciando
Kabocha acabará de conquistar com unhas e sementes uma amiga. Ela na verdade só fez se sentar que a outra já veio correndo, mas isso são apenas detalhes. O problema veio quando (enquanto tinha suas bochechas imaginarias sendo apertadas pela até então amiga desconhecida) um certo grupo de pessoas pareceu não gostar tanto quanto sua companheira (basicamente o resto do resto) e um deles saiu pra falar com a professor com cara de poker face (no caso da professora, ela só parecia ter essa cara).
Esse aluno voltou com um puxão de orelha e algumas advertências e foi direto para sua cadeira lançando, é claro, olhares para Kabocha e para a sua "turminha".
E ai a baderna começou. Gritos, zoações, aviõezinhos de papel e xingamentos ao qual os ouvidos (também imaginários) de Kabocha nunca haviam escutado. E bem no momento em que Kabora iria LIBERAR SEUS PODERES OCULTOS DA ALDEIA DA DA FOLHA E MATAR TODOS a su
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Literature
A estranha vida de Kabocha - (1) Iniciando
Um artista que perdeu os braços e aprendeu a pintar com todo o corpo e uma cientista renomada em criação de doces que valiam mais que casas que desistiu de tudo para trabalhar numa mercearia. E dessa junção: Kabocha.
Com uma gravidez cheia de ervas medicinais (ou não) em vez de remédios, tudo que se conseguiu além de saúde fora uma filha ainda mais saudável. E com cabeça de abobora. Nem tudo é perfeito.
O corpo acima da media. Mas a cabeça, uma abobora. Sem ouvidos, mas que ainda escuta. Sem olhos ou pupilas, mas que com apenas dois buracos pretos consegue enxergar mais que muitos. Sem boca, mas fala quase como o homem da cobra. Sem cabelo, mas... É, não tem cabelo mesmo.
O cabelo para uma garota é a sua vida (dizem fontes), então para ocupar essa falta veio-se um chapéu. Mas não qualquer chapéu. Esse é o chapéu. Chapéu esse que pode mudar (e ser mudado) de um boné pa
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Literature
Perdendo o cocuruto (x2/10) Os desencontros
E ai entra na festa uma que deixa todos olhando de lado. Quem é essa pessoa? Eu, claro. Normalmente me recebiam com gritos ou louvor – Ou os dois ao mesmo tempo –, mas isso não chega a ser ruim. Até engraçado.
Bem meu objetivo não é chamar muita atenção então.... Só preciso fazer algo ainda mais “grandioso” (entre aspas é claro porque se eu realmente fizesse isso seria capaz desse chão acabar cedendo). Uhm... Aquela ali parece interessante. – E ao receber uma bala uma garota com mascara de pato ficou com os olhos brilhantes e com a taxa de “açúcar” em 110% (efeitos normais do espirito).
-Ahn... O que tá te acontecendo? Tá tudo bem? – Disse um mascarado com voz impossível de não se reconhecer. Pelo menos por mim.
-Uhum... – Disse a garota no momento em que pegou a bandeja de doces mais próxima e a jogou para cima enquanto pulava em dire
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Literature
Perdendo o cocuruto (x2/9) A descabelada
Bem, aqui estamos nós Bartolomeu. Por enquanto você vai ficar nas minhas costas e eu vou colocar algum pano ou sei lá em cima de você👻 pra dizer que é “minha acompanhante” ou não sei o quê, levando-se em conta, é claro, a opinião da moça de cara vermelha bufando que fica o tempo todo pra lá e pra cá😡.
UUUF... Você é pesadinho ein! Mas não tanto quanto a do... Parei. Parei. Vai que ela aparece aqui do nada...😓 (Perai, né esse o objetivo??😲).
Bem moça, podemos entrar?
-É tá bom, pode. Aiaiai....
Ham... Tudo bem contigo? –Vai que é contagioso.
-Sim, sim. Tudo bem... Ahn... Conheço você?
NÃO! – Na verdade eu até que já vi a cara dela algumas vezes, mas é melhor ser desconhecido do que conhecido e lembrado. – Mas meu nome é... ED! – SÉRIO QUE NÃO CONSEGUIU PENSAR EM MAIS NADA!
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Literature
Perdendo o cocuruto (x2/8) A desalenta
Acho que misturada a essa multidão - São menos de quinze pessoas, mas causam por 50 - poderei seguir até em casa. Se bem que se eu acordei desse jeito e estou procurando pelo meu corpo o Ed deve estar fazendo o mesmo... É... Hoje vamos para uma festa.
Opa. Alguém está me interrogaram. Meu deus. Perguntaram meu nome!
O que eu faço? O que eu faço?? Não posso dar meu nome e muito menos o do Ed - Não quero acabar ferrando com a vida dele-, então... “Roger Confecções”. É, vai ser isso mesmo.
Meu nome é Roger...
Tum. Tum. Tum. Não sei se voltamos ao 7 de setembro ou se o meu coração vai sair pela boca de tanto nervosismo – Não que a minha interrogadora não seja bonita (e meu corpo comprova) mas estou tão cheia que poderia desmaiar a qualquer no momento no meio desses pe...
*sacoleja*
Viu só. Foi quase. E perai. Parece que ela está querendo falar algo a mais. Uh
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Literature
Perdendo o cocuruto (x2/7) O desconhecido
 Bem, como eu posso dizer... ESTOU ADORANDO ISSO! Não me divirto tanto assim há séculos!
A única coisa que preciso fazer é ficar seguindo esses dois e “mexendo uns pauzinhos” para dar a devida punição a esses dois vândalos. E ainda achei uma discípula... Essa noite está sendo realmente esplendorosa.
E esse corpo humano, uhm... Serve. Essa garota está vibrando por dentro e pelo que parece preparou esse corpo para alguma ocasião desse tipo durante anos. Respeito isso e gosto ainda mais. E essa roupa dela... Perfeita para um espirito.
Kukuku
*Num aglomerado de menores de idade depois*
Ei cara, qual é o seu nome? – Perguntou uma garota com roupa de Arlequina, chapéu de Wario, chifre de Hellboy, busto de Quetzalcoatl e mascara de Pato Donald.
-Uhm... Roger!
Calmaê, num precisa ficar assim. Só perguntei o seu nome. E bem... Roger Rabbit?
-Uhm.... Quê?
Nhé, você não conhe
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Literature
Perdendo o cocuruto (x2/6) A descizaum (?)
Se eu vou sair lá pra rua, preciso fazer algumas decisões...
...Nossas cabeças foram “aparentemente” trocadas, então caso eu queira aparecer em público primeiro preciso escolher se vou esconder o rosto ou o corpo.
Um rosto é bem mais fácil de esconder do que um corpo inteiro, mas isso pode trazer problemas... Bem. Pelo menos por essa noite, ninguém poderá me chamar de Edigar.
Muito bem cachorrinho, você irá me ajudar nessa longa e ardorosa jornada em busca de meu magnifico corpo😋👍🏼.
(Normalmente as pessoas prestam mais atenção nos cachorros do que em seus donos🐶.)
E por via das duvidas vou esconder ambas as partes (não quero saber de amiguinhas da fumiga me levando pra spa no meio da noite). Torcer para que não tenha ninguém olhando na saída da casa e...
...Partimos.
*Terça cidade de distancia depois*
Bem... Aqui estamos nós.
O celular dele é p
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Literature
Perdendo o cocuruto (x2/5) - O desamparado
Bleeeh... O que é isso me cutucando?...
.... Hahahahahh. Para. Para. Para. Pelamor de nosso santo cristinho para que eu não tô aguentando!
*empurra*
-AU!
Ah, é só um cachorro. Mas perai... (eu não tenho cachorro.)
Uhm... Quem foi que trouxe você, amiguinho?
-Au!
É, imaginei. Bem... Temos que procurar seu dono, afinal de você não me lembro.
Ou será que... AH! Lembrei. Você é o cachorro da minha fumiguinha favorita, mas por que você tá aqui?
-Au!
Você precisa parar de ser tão clichê e... Porque eu tô com a camisa da sua dona e essas... duas bolas grudadas nela...
Bem. Não importa quem tenha feito isso, mas com certeza tá puto comigo e fez um trabalho realmente muito bom.
Parecem até de verdade. Mas como será que colo.... ....
(merda)
SE ACALME EDIGAR! (Me chamei de Edigar, putz chinguei.)
Já vi isso num filme e a melhor coisa que pode ser feita numa situação d
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Literature
Perdendo o cocuruto (x2/4) - A desamparada
Uh.... O que aconteceu?
Ai. O quê que eu ia fazer mesmo?...
...AH! Lembrei! Meu pai tinha me chamado pra jantar. Me despedi do Ed. Cheguei em casa. Engoli tudo de uma vez e... FUI PRA INTERNET!
Isso realmente faz todo o sentido! E bora lá pegar o celular.... tututu... Perai... Esse celular não é meu!
Esse aqui é do Ed... E essa calça também... e esse quarto.... ... .. COMO EU VIM PARAR AQUI?
Preciso descobrir o que está acontecendo!
*som da porta abrindo*
EI, você ai!
-Kuku *some*
O que está acontecendo.... Perai, aquela não era aquela pessoa que eu encontrei na...
AH MEU SANTO DEUS!
Isso não pode. Não pode. Não pode estar acontecendo.
*tabefe na cara*
Calma menina. Se tem algo errado, você conserta.
Então vamos para a fonte de conhecimento mais segura de todas para descobrir o que é isso!
*tec tec tec*
Eita. Doodle novo.
E é de "Dia das bruxas"
Perai... 1+1=2 então...
Deve ter algo haver com
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Literature
Perdendo o cocuruto (x2/3) - O desalmado
Ah, então ai está você...
Está feliz? Triste? Com raiva? Ah pera...
Kukuku
Parece que você realmente pegou o espirito da coisa garotinh-- eita.
Bem... E... *eita* Então você é... E....??
HAHAHAHAHA! QUE ENGRAÇADO! Você realmente me surpreendeu criancinha. Então pelo menos por essa noite....
...Eu irei lhe ajudar em tudo que precisar! 🎃
Mas acho que você já deve saber. Não tenho tanto poder nessa simples forma sombria, necessito de um "hospedeiro".
Normalmente utilizo de aboboras, mas aparentemente você não tem nenhuma então....
SE INCOMODARIA?
-Mas é claro que não, amigo.
HAHAHAHAHAHAHAHA
*VOOOOOOOSH*
Olá irmãozinho. Acabou de chegar?
-Vai pra lá menina chata, tô cansado e...
*tomph*
HAHHAH
Como adoro os humanos. São tão divertidos!👿
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Literature
Perdendo o cocuruto (x2/2) - O desvio
Um lindo anoitecer de outono. A lua cheia lindissima. Uma companhia belíssima.
Duas pessoas com muito a descobrir mundo à frente (juntos ou não). Passeando de mãos dadas num dia normalmente "feliz" trocando sorrisos sem parar até que...
*Zium*
Ambos sentiram uma espécie de desagrado grande, mas rápido, no pescoço. Parando logo em seguida e ainda sendo lançado um daqueles "comentários engraçados" do namorado.
- Devem ter sido as flechas do cupido!
Sério? Cupido? Tipo... Sério? Bem.... é a vida.
Ant (que na verdade é Antônia, mas ela é baixinha e as pessoas preguiçosas então ficou como Ant mesmo) vê a hora e começa a fazer um gesto estranho com a cabeça e com um beijo de despedidas (longo demais pro meu gosto) vai para casa.
Na virada da esquina ela vê um garoto de cartola e com uma aparente "sombra grande" atrás dele e é recebida com um "Olá" bem rancoroso.
M
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Literature
Perdendo o cocuruto (x2/1) - O (des)Encontro
Ah, o Halloween... Essa linda e TÃO esperada data (pelo menos para mim...)!
É praticamente meu aniversario! Desde centenas e centenas e centenas e centenas.... AH MUITO TEMPO venho pregando travessuras e roubando doces ao lado desses pobres e hilariantes mortais mas... PERAI!
EM MEIO DE "SIMPLESMENTE" A NOITE *MAIS TENEBROSA* DO ANO, DOIS JOVENZINHOS QUE NÃO DEVEM TER VISTO NEM UMA VIRADA DE SÉCULO ESTÃO ANDANDO POR AI DE MÃOS DADAS?? SEM FANTASIA?? SEM DOCES?? SEM MEDO?!
Mas que derrespeito!
Ah, parece que eu não sou o único que acha isso. Então você, garotinho de cartola e gravata, também acha isso? E... AH! Pelo que parece você não é apenas um fã, se até isso trouxe.
Uhm...
BEM GAROTO, EU ATENDEREI SEU PEDIDO🎃!
"Mais uma esquina. Mais uma perda. Se separem crianças. Ou será o monstro que irá os encontrar."💀👿
Cabeças vão rolar.
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Preciso melhorar! (E de queijo....)
Bem.... O queijo tá acabando e... Preciso melhorar.
Preciso aumentar o nível de storytelling e conteúdo. Vou organizar melhor minhas ideias, repensar outras e ler um pouco mais umas.
Vou fazer torrada. Isso é tudo e tchau. Amém.
Hora do recreio. Comida, comida, amizades, comida, companhia, bully e comida. Fazer o quê? Acontece. Maou comia doces e doces sem parar. Kabocha ficou só babando, mas estava de dieta. Ai foi só aparecer uma tapioca com queijo... Não teve como resistir, foi amizade a primeira vista. Das mais bonitas. Uma mordida e felicidade por duas horas.
O "resto" do pessoal só ficará olhando enquanto elas se empanturravam. Enquanto ela se empanturrava.
As duas nem ligavam. Kabocha só queria saber de sua tapioquinha e Maou de ser mimada por Kabocha. Sim, mimada. Kabocha era louca por coisas fofas e a Maou era ótima em fazer caras fofas. Foi inevitável. E assim se seguiu o recreio inteiro. A cada tapioca terminada vinhasse uma lagrima e já se pedia a próxima tapioca (era o dia da tapioca na cantina, realmente um belo dia). Maou se enrolava e desenrolava sobre Kabocha mais do que gato em cama dos outros. E a cada miau duas cosquinhas (aonde quer que ela inventasse de coçar).
*PLEM* era o toque de se retirar novamente. E que toque.
As duas foram em direção a sala. Entraram na sala errada. Procuraram a sala. Não achavam a sala. Procuraram ainda mais a sala. Entraram na sala errada. Procuraram novamente a sala. Não acharam novamente a sala. Pediram ajuda para achar a sala. Era a sala errada.
As duas sentaram nas duas cadeiras vagas da frente. Todos os colegas diferentes. Muito diferentes. Diferentes até demais. Cada um parecia ser mais diferente do que o anterior (para não dizer coisas como estranho, esquisito ou interessante). A professora mais parecia a Tsunade do que com uma professora normal. Estranho pensaram as duas, mas interessante.
Maou parecia estranhamente confortável. E para a surpresa de Kabocha sua amiga aparentou decidir se amostrar. Asas, chifres e cauda saíram de lugares que provavelmente nem existiam. A garota carente fazia jus ao nome. Era um verdadeiro "demônio".
E Kabocha teve que se apresentar duas vezes no mesmo dia. Desta vez tremendo, mas se apresentou. E a amiga com um sorriso de satisfação (e um pouquinho de lua) para Kabocha. Ela parecia realmente feliz.
E assim como Maou fizera no inicio da aula anterior mais outros vinheram falar com Kabocha. Mas dessa vez não veio só um. Vieram dois. Três. Quatro. E o quinto em diante só não vieram por causa do olhar da professora. Não eram humanos. Podiam ser qualquer coisa. Menos humanos (e Kabocha também não era, ela sabia disso).
"Vamos ser Best Fairy Friends Forever" disse uma das pessoas que vieram e as outras concordaram. Maou se agarrou no pescoço de Kabocha para mostrar quem chegou primeiro e com isso um sorriso.
Este estava sendo, até então, o dia mais feliz de sua vida.
Essa é a velha cidade de Londresburgo. Local esse que tem ao seu redor pântano, praia e deserto (e mais varias outras que ninguém sabe muito bem como chamar e muito menos o que é). Cidade essa que é uma das que mais envia mercadoria para o Japão em todo o Brazil. Um verdadeiro orgulho para o estado de Pau dos Ferros (pelo menos acho que é estado).
Houve uma época em que era todo dia, a toda hora, chegando navios japoneses. Mas nessa cidade sangue japonês mal havia. A marca de eles deixavam (além do dinheiro) era na vida e cultura daquelas pessoas. Mangás, animes, tokusatsus, tirar os sapatos ao entrar em casa e o idioma japones. Todos faziam parte da vida de Londresburgo.
A parte em que mais se via isso era nos nomes. Kabocha por exemplo quer dizer "Abóbora" e o nome daquela amiga dela a tal de Maou: "Rei demônio". Nomes justos.
E lá estavam as duas. Ambas pelo chão de uma sala enegrecida. A luz de Kabocha apagada. Luz essa que normalmente aparecia quando a mesma estava nervosa ou tinha a vontade de acender a luz (agora era ambos), mas ao ouvir aquele nome... Não foi só ela que tremeu.
Kabocha estava fazendo uma cara de choro enquanto a outra só fazia de tipo "Af", mas... Na escuridão só se vê a escuridão e alguém (ou algo) começara a tocar a garota com cabeça diferenciada. No começo achara que era apenas a "Maou" (nome tão imponente que até aspas fora de momento merece), mas dava pra sentir. Um humano não conseguiria fazer Kabocha sentir as coisas ruins que estava sentido.
E como num reflexo Kabocha soltou um grito acompanhado de uma imensa luz. Ela não foi a unica a gritar. Mas pelo que parece não estava muito para um grito e sim para uma risada.
Uma sombra se desfez enquanto segurava o pescoço da garota e pelo que parecia Maou também tinha a sentido. Ela estava em posição de ataque com um olhar que faz a alma de qualquer um queimar congelada, mas que em fração de segundo se virou para um olhar doce em direção de Kabocha e *PLEM* a aula a qual nem participaram, acabou.
Kabocha acabará de conquistar com unhas e sementes uma amiga. Ela na verdade só fez se sentar que a outra já veio correndo, mas isso são apenas detalhes. O problema veio quando (enquanto tinha suas bochechas imaginarias sendo apertadas pela até então amiga desconhecida) um certo grupo de pessoas pareceu não gostar tanto quanto sua companheira (basicamente o resto do resto) e um deles saiu pra falar com a professor com cara de poker face (no caso da professora, ela só parecia ter essa cara).
Esse aluno voltou com um puxão de orelha e algumas advertências e foi direto para sua cadeira lançando, é claro, olhares para Kabocha e para a sua "turminha".
E ai a baderna começou. Gritos, zoações, aviõezinhos de papel e xingamentos ao qual os ouvidos (também imaginários) de Kabocha nunca haviam escutado. E bem no momento em que Kabora iria LIBERAR SEUS PODERES OCULTOS DA ALDEIA DA DA FOLHA E MATAR TODOS a sua amiga favorita pulou colocando os pés um sobre sua carteira e outro sobre a cabeça de um dos "zueiros".
E a guerra civil começou. Cada para seu lado. A Nova (apelido carinhoso dado por enquanto para a
sua então desconhecida favorita do ano) estava mais do que pronta para a batalha quando *Zap* nem teve vez. A guerreira fora puxada pela fruta suporte e levada rapidamente para fora da sala e então para um canto que ela nunca havia visto (não que ela tenha visto algo além da entrada, refeitório e sala).
 Na escuridão do comodo Kabocha brilhava. "Como uma verdadeira lanterna" dissera Nova. Que aparentemente tinha um nome e sabia falar. Seu nome: Maou.
E na sala veio-se a escuridão.

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JakkGold
Kirllyan Klennyo
Artist | Student | Literature
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Bem... Desejo por intermediário desse lindo site conseguir alcançar meu objetivos. Como... PUBLICAR MINHA FU*KIN HISTÓRIA!! Sou liquidado com gibis desde menor de idade (desde sempre) e comecei a ter um delicioso gosto por mangás. Queria ser um lobisomem, fantasia>realidade (pena que não é de verdade), Digimon>>Pokemon (no anime, pois nos games nem faz sentido) E aceitos nudes (preferencialmente de mãos)!
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:iconjulianez:
Julianez Featured By Owner Nov 3, 2017
Thanks for the watch. :)
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:iconjakkgold:
JakkGold Featured By Owner Nov 3, 2017  New Deviant Student Writer
Uhum😁
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